Qual a importância da animação no acampamento?

Namoro Cristão
Cada um de nós está numa fase, e vive uma realidade diferente na sua vida afetiva.
Alguns de nós estamos in love, curtindo o momento com uma pessoa especial, outros estão com alguém mas ainda não sabem se é a pessoa certa, outros estão procurando por essa pessoa, outros ainda já acharam mas a outra pessoa nem sabe disso…
Independente de qual seja sua realidade, uma coisa é certa: se você ainda não se decidiu definitivamente pela vocação celibatária (religiosa ou leiga), já vive, busca ou ainda buscará viver um namoro e essa é uma das melhores fases de um relacionamento, a qual devemos cultivar muito bem pois poderá ser o primeiro passo de um caminho a dois. Assim, qualquer que seja sua realidade, refletir sobre o namoro cristão poderá de alguma forma lhe ajudar hoje ou em um outro momento da sua vida.
Diante disso, uma coisa que não deve ser deixada de lado é que devemos vivenciar este namoro a três! Isso mesmo, num namoro cristão, além dos dois “pombinhos”, podemos e devemos incluir uma terceira pessoa: Jesus Cristo.
Muitas vezes em nossas vidas, não somente na parte afetiva, achamos que não podemos convidar Jesus para participar de algumas partes achando que, por um motivo ou outro, essa parte não tem nada a ver com nossa vida de fé. Outras vezes até sabemos que é possível, mas o problema é que não queremos, pois este convidado poderá gerar em nós questionamentos que talvez não queiramos fazer neste momento.
Engano nosso! Jesus quer participar por inteiro e sua proposta de vida só tem a nos ajudar em todas as partes, nos auxiliando a conduzir da melhor forma para nós mesmos e para os outros.
Na questão do namoro não poderia ser diferente pois, ao trazê-Lo para dentro de nosso relacionamento como a “terceira pessoa” e darmos a Ele seu devido espaço, será mais fácil viver o namoro e superar eventuais problemas, escolhendo pelo que é certo e enfrentando as conseqüências dessas escolhas.
Com essa “ajudinha” várias questões que às vezes são difíceis de levar, podem se tornar mais leves. Esperar pela pessoa certa, ficar ou namorar, compromisso, fidelidade, sexualidade são alguns dos desafios que se impõe ao casal de namorados e a presença de Jesus poderá ajudá-los muito. Da mesma forma, Sua companhia será auxílio e sustento no caminho a dois, nas decisões e amadurecimento da relação.
Assim como esses, existem muitos outros aspectos de seu relacionamento em que Jesus também poderá ajudar. Cabe a você, ou melhor ainda, aos dois “pombinhos” discernirem e julgarem juntos que partes do relacionamento precisam de um “empurrãozinho” de Nosso Senhor.
Termino com um trecho da letra da música “Namorando” do Grecco (www.rodrigogrecco.com), que com certeza nos ajudará nesta busca pelo namoro cristão, um NAMORO A TRÊS.
Eu quero te entender / Eu quero te levar pra conhecer
Os vales do Senhor / Aonde corre o leite, o mel e o amor
Eu quero a tua mão / Fazer morada no teu coração
Eu quero estar e ser contigo em Deus
(…)
Ah, Deus queira que assim eu possa amar!
Te dar o meu coração, essa é a minha vocação
Contigo o amor não se acaba
Ah, Deus queira que assim eu possa amar!
Dar antes de receber, ter paciência entender
Contigo o amor não se acaba
(…)
E você? Como está ou como foi sua busca pelo Namoro Cristão? Partilhe conosco sua experiência…
Por Marcelo Maia – 09/06/2008
Preste atenção nesta estória que eu vou te contar…
Eu quero te levar para conhecer um pouquinho da Canção Nova e do que aconteceu por lá neste fim de semana. Um já senhor, mas sempre jovem ao entardecer, depois de 20 anos de música e de movimentos católicos lançou um CD, o primeiro CD. Uma “coletânea de lançamento”, como brincamos.
Para prestigiar o show do Grecco, embarquei para São Paulo acompanhada do amigo Zuzu. Ele como cantor convidado, eu como esposa, fã, fotógrafa e metida. A sede da Canção Nova fica em Cachoeira Paulista: um lugar lindo, cercado de montanhas, onde se faz rádio e TV católicas de qualidade, onde vivem mais de mil membros de uma comunidade de vida, onde há uma capela de adoração perpétua, um centro de evangelização com capacidade para cem mil pessoas e missas que reúnem milhares de fiéis (a desse domingo tinha cerca de 10 mil). No meio dessa cena lá estava eu. Levada menos pelo conhecimento dessa obra do que pelo amor e admiração ao compositor que fui prestigiar.
Percebi criatividade, sentimento de quem trabalhou para cada detalhe do show do Grecco e de tantos que por lá passaram. Como jornalista, até uma proposta de trabalho eu recebi, e não teve como deixar de perguntar a mim mesma: Qual é o teu caminho? Nem de, em algum momento pensar: Meu Deus como seria bom, seria bem melhor se fosse sempre assim.
O fato é que ninguém sai ileso quando Deus, seja pelo caminho que for, pelo motivo que for, nos leva tão longe. Quando se tem em Deus a razão, é com Ele que a gente acaba se encontrando.
A Canção Nova não é um paraíso como pode parecer à distância. É sim um laboratório onde se vive intensamente o desafio de amar ao outro, o diferente: Forte, fraco, tristonho ou feliz, o sério e o sonhador… estão todos lá. E talvez por isso mesmo, fique a impressão que ali o mundo todo se faz mais unido. Como “aqui fora”, também lá muitos desistem nos dias que são mais difíceis, mas também muitos vivem com uma convicção: nunca devo me ocultar, e isso é contagiante. A minha experiência foi de encantamento ao ver uma obra daquele tamanho, e também de tristeza ao me deparar com meus momentos de incredulidade quando crer é o que quero mais. Mesmo assim ficou a esperança de algo mudar e, sobre todo o medo, a certeza de que a graça não há de faltar. Vale a pena conhecer. Mais do que a “comunidade-instituição”, a “comunidade-pessoas”. Há muito pra se viver.
Depois de muita confusão e bênçãos, desconfio que, por enquanto, meu chamado está aqui, está no Acamps. E saibam: ter um lar é um tesouro.
**Ah,como vocês gostam de desafio: em itálico há trechos de todas as músicas do CD do Grecco. Você sabe a qual delas cada texto pertence?
Por Sabrina Thomazzi – 14/05/2008
É CHEGADA A HORA DE TESTEMUNHAR!
Dar testemunho é transmitir o que se sabe por experiência, cujo conhecimento nos é transmitido pelos sentidos.
Nesses 4 dias de Acampamento na Fazenda Chaleira Preta, inúmeros sentimentos e emoções foram captados de forma muito peculiar pelos nossos sentidos.
Os nossos olhos contemplaram a natureza, o verde, o horizonte; os ouvidos perceberam o canto dos pássaros, o estrídulo dos grilos, o silêncio; a boca cantarolou músicas e brincadeiras, partilhou alegrias e aflições; o nariz reconheceu o odor do campo, da selva, do suor; as mãos se uniram em oração, os pés se firmaram em cabos de aço e pedaços de madeira, os joelhos se dobraram em adoração.
Guardadas as devidas proporções, assim como Jesus falou ao leproso, esse também é o sentido desta mensagem: “- Olha, não digas nada a ninguém [não conte o que é o Acampamento: as brincadeiras, as dinâmicas, os muros, as gangorras, os pneus]; porém vai, mostra-te ao sacerdote [a sua comunidade, sua família, seus amigos], e oferece pela tua purificação o que Moisés determinou, para lhes servir de testemunho”.
Aqui, neste espaço, vamos colocar em palavras o testemunho pessoal das maravilhas que Jesus Cristo operou em nossas vidas através do Acampamento [não importa se era o 44º, o 37º, o 14º, ou o 1ºAcamps].
Coragem! É chegada a hora de testemunhar!
Escreva abaixo o seu testemunho pessoal:
Por Diego Leite – 26/03/2009
Santidade Possível
“Ou santos, ou nada!”. Com essa frase muita gente se viu inspirada a buscar um certo tipo de “santidade” dentro do que se convencionou chamar de “caminhada na igreja”, sem parar, no entanto, para refletir sobre a profundidade, ou melhor, a realidade desse tipo de proposta.
Diante do exercício de revelarmos o que de imediato nos vem à mente quando pensamos na tal “santidade”, ouvimos, com pouca variação, alusões sobre “bondade”, “vida espiritual” ou “serenidade”, que a despeito de serem virtudes universais, não são capazes de esgotar a vastidão que encerra o “ser santo”.
Também ouvimos referências sobre “amor ao próximo”, “doação”, “atitude” e “caridade”. Nesse sentido, cremos que já começamos a adentrar no que poderíamos definir como uma “santidade possível”. Contudo, ao mesmo tempo, se indagarmos dos exemplos dos ditos “santos”, deparamo-nos com a menção invariável dos que grandes feitos fizeram na história, como os apóstolos, os mártires, os fundadores de comunidades, os Papas, e com maior freqüência, o próprio Jesus..
Seria somente esta a forma de “SER SANTO, OU NADA”?!
Albertina Berkenbrock, pelo decreto de beatificação, assinado pelo Papa Bento XVI, no dia 16 de dezembro de 2006, foi beatificada em 20 de outubro de 2007. Nascida em Imaruí-SC, em 11 de abril de 1919, faleceu em 15 de junho de 1931, assassinada. É uma beata brasileira, mulher de vida simples a quem são atribuídos milagres.
É conhecida pelo povo da Diocese de Tubarão como “a nossa Albertina”. Nasceu na comunidade de São Luís, paróquia de São Sebastião de Vargem do Cedro, município de São Martinho, estado de Santa Catarina. Era filha do casal de agricultores, Henrique e Josefina Berkenbrock, e teve mais oito irmãos e irmãs. Foi batizada no dia 25 de maio de 1919, crismou-se a 9 de março de 1925 e fez a primeira comunhão no dia 16 de agosto de 1928. Assassinada em 15 de junho de 1931, aos doze anos de idade. Teve vida simples e humilde no meio rural do seu município natal. Demonstrava um alegria genuína em relação às coisas de Deus e da prática de sua religiosidade. Moça de vida típica de uma jovem nascida em uma colônia alemã do sul do Brasil. Cuidava dos filhos dos colonos de sua localidade enquanto estes se ocupavam da vida normal do campo.
Sua morte trágica se deu após uma tentativa de estupro dramaticamente resistida.
A ela foram atribuídos milagres após sua morte violenta. Os milagres seriam obtidos por invocação junto a seu túmulo, o que motiva peregrinações até os dias de hoje.
Talvez Albertina se aproxime do tipo de santidade que se quer ilustrar neste escrito, da santidade possível, da santidade factível, que acorda cedo, que trabalha, que paga contas, que sofre, se alegra, partilha a vida nos bons e maus momentos, mas que não tira do horizonte dos olhos a presença de Deus a dar sentido a cada pequena e grande coisa da vida.
Certa vez, um coordenador de uma casa do movimento dos Focolares, indagado da questão: “ou santos, ou nada!”, depois de ponderar, com sapiência respondeu: “se é assim, prefiro ser NADA. Talvez, preocupando-me em ser NADA, possa chegar a ser verdadeiramente Santo!”. Tal idéia seguramente complementa e contrasta àquela dos grandes Santos da história ou a da “santidade pela pureza”, da qual falávamos no início. Também nos esclarece que junto de Jesus há não só um exemplo de santidade, mas constatação de Divindade – inalcançável e inimitável por natureza! Mas que permite, à sua sombra, o nascimento de todo o tipo de santidade, inclusive a mais palpável; a santidade possível do dia-a-dia.
Num mundo de grandiloqüência, celebridades e ídolos descartáveis, fica essa mensagem que Albertina Berkenbrock nos deixa com a sua morte e com a sua vida singela. A de que certamente, nas pequenas coisas podem ser reveladas as marcas indeléveis de Deus, sem necessidade de reconhecimentos, sem visar recompensas, sem querer NADA, e nada pedir. Com toda certeza, na total simplicidade desta jovem, da qual só se tem certeza da sua fé e da sua derradeira dor, neste quase NADA em meio ao mundo de devaneios de grandeza, floresce o exemplo de genuína Santidade; da Santidade Possível e do “nada” que santifica e semeia a esperança.
Por Rodrigo Grecco – 06/11/2007
Você pode nos ajudar na preparação do Acamps 2

No dia 05 de outubro de 2007, por volta das 16 horas, eu e minha esposa, de férias, estávamos visitando os claustros do convento dos Padres Recoletos, membros da ordem franciscana, junto à Basílica Nuestra Señora del Pilar, no Bairro Recoleta, em Buenos Aires, Argentina.
A Igreja construída em 1725 é a mais antiga da cidade, conservando seu estilo original barroco, motivo pelo qual foi declarada monumento histórico nacional. Os claustros foram abertos ao público tão-somente no ano de 1997. Ali apreciamos várias obras de arte sacras do século XIV ao XIX, vimos telas, imagens, livros, móveis, vestes litúrgicas, etc.
No entanto, causou-nos perplexidade, remetendo-nos a nossa realidade de Acampamento Porto Alegre, um antigo Decreto do Chefe de Polícia, datado de 1822, para organizar o sorteio de uma “Rifa” na Plazuela de la Recoleta.
Exatamente isso: uma rifa, a nossa conhecida “ação entre amigos”.
Hoje, a Equipe de Acampamento também está vendendo rifas para angariar fundos para cobrir as despesas com a preparação do Acamps 2, que englobam passagens aéreas, materiais para montagem de novos desafios, além de infra-estrutura.
O sorteio será realizado no dia 27-10-2007, segundo os três últimos dígitos do número sorteado pela Loteria Federal. Os prêmios são fantásticos: 1 (uma) TV 29’’ Tela Plana [1º prêmio] e 1 (um) Aparelho de DVD Portátil [2º prêmio]. O preço do número é de R$ 5,00 (cinco reais).
Vocês podem adquirir e reservar os números com os membros da equipe via telefone, e-mail, MSN, ou qualquer outro meio (consulte o seu quadrante).
Galera, contamos com a participação de todos!
Você pode nos ajudar na preparação do Acamps 2.
Agora, deixe o seu comentário sobre as formas de nos ajudar nesta preparação, tanto financeiramente, como espiritualmente.
Por Diego e Giovana Leite – 17/10/2007