Batismo

Por Raquel Seixas

No dia 21 de novembro, o Régis e eu batizamos nossa afilhada Anna Luisa. Foi um momento muito especial para nós dois, ou melhor, nós três!
Fomos convidados pelos pais para sermos os padrinhos no 6º mês de gestação e, desde então, não passa um dia sem que eu reze por aquela pequena, lembre dela ao ver alguma coisinha de bebê, etc.

Acredito que ser dindo não é só brincar, dar presentes e contar histórinhas…. ser dindo é apresentar nosso Deus desde a infância, é ensinar as primeiras orações, é ajudar a criança a descobrir desde cedo a sua fé e mantê-la acesa e amadurecendo com o passar do tempo…! Ô responsa….!!! Fico imaginando a gente levando a Anna para fazer o acamps mirim, o acamps I, II, sete jovens.. só o casais que acho bom ela esperar…!! hahahah
Enfim, partilho com vocês a minha alegria em ser dinda! E deixo o espaço para que cada um conte um pouco da sua vivência com os seus dindos e/ou seus afilhados!!!

7 Comentários

  • Diego Leite disse:

    É… ser padrinho não é dar presente, mas ESTAR PRESENTE.

  • Paty disse:

    Bom q fofas essas partilhas!!!
    Agora fiquei com peso na consciencia!!Faz bastante tempo que não vejo meu afilhado…mas rezo sempre por ele, tento de todas as formas levar coisas boas pra ele, mesmo distante!!!
    Tenho uma afilhada adotada (afilhada do pedro), onde consigo realmente exercer o meu papel, pois ela mora na mesma cidade..levamos la na missa, rezamos com ela…Ela já disse que no próximo aniver todo mundo vai ter q ir na missa primeiro e depois pro aniver!Semana passada fomos ver ela e ela começou a cantar uma música que ela enventou: “Aleluia, Aleluia, Mãe de Jesus!”
    Quase me derreti!!!!
    Bjxxx a todos!!!!

  • Adriana Gouvêa disse:

    Jorge
    Eu poderia falar um bocado dos nossos afilhados, pois eu e a baixinha temos seis, embora não damos a eles toda a atenção que gostaríamos de dar, e certamente que eles gostariam de ter, mas é um povo muito especial pra nós.
    Mas eu gostaria de falar de outro caso (o do nosso filho VINI) o VINI veio temporão, 14 anos depois da Drika, é claro que os padrinhos tinham que ser os melhores do mundo, e bem antes do nascimento começamos analisar os nossos melhores amigos, e nos perguntar, qual destes convidar? Então o menino nasceu, dava pra notar que alguns casais faziam muita questão de ser os padrinhos, mas optamos por um casal jovem , pelos quais nós tinha muita afinidade, admiração e uma grande amizade.
    Eles, como de normal… Ficaram felizes, no inicio não ficavam uma semana sem ver o afilhado era presentes e mais presentes, e muito paparicado. Mais o que nós nunca tinha imaginamos aconteceu: O casal separou-se, cada um foi pro seu lado e esqueceram-se do VINI. E ele sentiu muito, por insistência do próprio VINI tentamos por diversas vezes contato com eles, até que anos depois conseguimos através de sua mãe contato com ele( por telefone)e pedimos que quando possível nos fizesse uma visita, relatamos a ele que o menino sentia muita saudades.
    Até que numa noite… Ó tem alguém chamando- atenda a porta, e adivinhe quem era? Pude ver o brilho no olho do VINI e percebi que eles ( os afilhados) querem algo mais,muito maior do que presentes. Um abraço demorado e um convite- VINI vamos a uma pizzaria?-só se for agora, respondeu VINI. E nós na carona fomos também, um momento que não vai dar pra esquecer. O padrinho aceitou o convite de acompanhar o VINI no dia da sua primeira comunhão, e no dia marcado ao chegarmos à igreja, La estava ele (o padrinho) o único de terno e gravata. O VINI era só felicidade.
    Tem oito anos que perdemos o contato com a comadre, eu particularmente me sinto decepcionado por isto. Mas o compadre nós reconquistamos.

  • Adriana Gouvêa disse:

    Muito legal esta partilha…

    O Jairo e eu sempre conversamos muito sobre o sentido do batismo e a missão de ser um dindo e uma dinda. Infelizmente percebemos que o sacramento do batismo e também do matrimônio estão sendo banalizados pela sociedade…
    Padrinhos são escolhidos por diversos motivos, menos pelo sentido principal ” Apoiar seu afilhado em um caminho cristão”.

    Somos dindos da Bebel, e essa fofura ta sempre acompanhando os pais e os dindos nas correrias dos grupos que participamos. É muito lindo ver ela cantando as músicas da missa… Vale a pena…

  • Gigia disse:

    Realmente, ser dindo é uma bênção e uma missão.
    Rezo diariamente pelos meus afilhados (Felipe e Juliana) e me coloco diante de Deus disponível, para ser Seu instrumento na vida desses dois amores. Sonho com o dia em que todos os dindos e dindas possam conhecer o maior significado desse convite: dar Deus aos seus afilhados. E quero sempre poder fazer a minha parte para que essa verdade seja amplamente conhecida.
    Deus abençôe todos os dindos e seus afilhados, e aqui entrego especialmente o Felipe e a Juliana.

  • Cinira Elias disse:

    Amados,

    Eu sou o que pode-se chamar de uma dinda profissional..Tenho quatro afilhados de batismo e uma de Crisma. Augusto, Gigi, Pedro, Ida e Nath. Amo tooodos e busco refletir para eles a luz de Deus, com muita oração, carinho, amor e muitas brincadeiras também. Ontem vivi um desses momento. Tive uma folguinha do trabalho e pude ficar quase toda tarde brincando com o Pedro. Nossa ele é uma figura, tem dois anos. Brincamos de esconder, contar história, montar pecinhas, carrinho, trenzinho…nossa, acho que ele cuidou mais de mim do que eu dele….

    Bjss da dinda Nilina (Cinira Elias)

  • Diego Leite disse:

    Bah, ser dindo é muito 10!
    Minha prima Renata convidou-me para ser dindo da Lauren. Hoje ela tem 9 anos é uma fera. Está ansiosa para entrar na Catequese para poder fazer o Acamps Mirim com seu dindo! Show!

    Também sou dindo do Felipe, filho do André Flores e da Ana… o Felipinho tem alguns mesinhos de vida…é lindíssimo, gordinho, fofinho… nessa fase é só oração, colinho… um anjinho.

    E agora, fui convidado para ser o Super-Dindo da Juliana, filha da Karina e do Juliana… a Jujubas ainda está na barriga da sua mamãe, mas o seu Dindo já conversa com ela pelo “iumbigo”, tira umas fotinhos… estou apaixonado pela Jujubas..hehehehe..

    Enfim, ser Dindo é ser um pouco pai, estar preocupado, querer notícias, … ser e estar presente… não só dar presentes…

    Que Deus abençoe meus afilhados e afilhada!
    Amém!
    Bjs. do Super-Dindo Jacaré (Diego Leite)